Mostrando postagens com marcador Aliados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aliados. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de março de 2012

Matilda Mk I e Mk II


Uma ordem para um tanque de infantaria foi emitida pela primeira vez em 1934 e o resultado foi o All Infantry Tank Mk I, que mais tarde foi apelidado de Matilda. Era um tanque simples e pequeno para dois tripulantes com blindagem suficiente para enfrentar qualquer arma antitanque do período. A torre era equipada com uma metralhadora Vickers de 7,7mm enquanto que a propulsão era fornecida por um motor V8 fabricado pela Ford. Em Abril de 1937 foi emitido um pedido de 140 unidades. Quando posto em combate na França em 1940 ele mostrou todos os seus defeitos: era lento demais e estava pouco armado para qualquer tipo de combate entre blindados. As unidades que sobreviveram após Dunquerque foram utilizadas apenas para treino.

Em 1936 se iniciou o projeto para o Matilda Mk II. Terminado em 1938, o Matilda Mk II era um tanque maior que o Matilda Mk I, com espaço para quatro tripulantes, blindagem capaz de suportar qualquer arma antitanque da época e equipado com uma arma principal de 40mm. Era um tanque lento, mas isso não era um problema já que foi projetado para fornecer suporte para infantaria, onde a velocidade não era o essencial. Apesar de ser levemente armado, era um bom veículo em combate. Outra versão do Matilda Mk II, o Mk IIA era equipado com metralhadoras Besa de 7,92mm ao invés das metralhadoras Vicker.

Apesar de encontrar seus primeiros combates na camapanha francesa em 1940, o período principal do Matilda foi na campanha norte africana, onde era efetivo contra os tanques alemães e italianos com exceção do famoso canhão de 88mm. Até a Batalha de El Alamein o Matilda foi o blindado principal utilizado pelos britânicos, até começar ser ultrapassado por novos blindados melhores armados e mais rápidos. Sua importância não diminuíu pois passou a ser utilizado em operações especiais.

O Matilda Baron e o Matilda Scorpion desempenharam um importante papel ao serem utilizados para limparem campos minados. Outra variação era o Matilda CDL (Canal Defense Light) equipado com um poderoso holofotote. O Matilda Dozer era uma versão equipada com lâminas de trator para uso de engenharia. Outros eram equipados com lança-chamas, conhecidos como Matilda Frog. Não só os britânicos puderam usufruir deste blindado, os australianos também utilizaram esses veículos e suas armas em Nova Guiné e em diversos outros lugares, até 1945. Os alemães também se utilizaram de diversos Matildas capturados. Os soviéticos receberam 1.084 Matildas que serviram desde a Batalha de Moscou até serem dispensados em 1942.

O primeiro Matilda foi produzido em 1937, mas quando a guerra começou apenas dois estavam prontos. 2.987 foram produzidos pela Vulcan Foundry, John Fowler & Co, Ruston & Hornsby, London, Midland and Scottish Railway e North British Locomotive Company. O último foi entregue em Agosto de 1943.


Especificações do Matilda Mk I


Tripulação: dois (comandante/atirador, motorista)
Peso: 11.176,5kg
Motor: Ford V8 de 80 cavalos
Blindagem: 10-60mm
Dimensões: comprimento: 4,85m; largura: 2,28m; altura: 1,86m
Performance: velocidade: 12,87km/h; velocidade off-road: 9km/h; alcance: 130km


Especificações do Matilda Mk II


Tripulação: quatro (comandante/atirador/motorista/carregador)
Peso: 25.000kg
Motor: dois motores Leyland de 6 cilindros desenvolvendo 95bhp cada ou dois motores AEC desenvolvendo 87bhp cada
Blindagem: 20-78mm
Dimensões: comprimento: 6m; largura: 2,6m; altura: 2,5m 
Performance: velocidade: 24km/h; velocidade off-road: 12,9km/h; alcance: 257km

terça-feira, 12 de abril de 2011

Bell P-63 Kingcobra


Embora muito parecido com o P-39 o Kingcobra tinha um projeto totalmente distinto e aperfeiçoado pelas experiências adquiridas em combate. Em fevereiro de 1941 o Kingcobra preencheu os requisitos do exército, que verificou sua inferioridade frente ao Mustang. Como a guerra aérea se desenvolvia em ritmo muito acelerado o Kingcobra já estava ultrapassado antes de ser entregue as esquadrilhas. Dos 3.303 construídos, 2.421 lutaram pela União Soviética onde sua robusta estrutura e à capacidade no fornecimento de bom apoio tático o tornou popular. Cerca de 300 serviram com a França Livre. Apenas 332 aeronaves deste modelo serviram com a USAF como aviões alvo, tripulados, atingidos por projéteis de fragmentação.


Especificações do Bell P-63 Kingcobra


Tipo: caça
Tripulação: 1
Motor: um Allison V-1710, V12 desenvolvendo 1.500hp
Dimensões: envergadura: 11,7m; comprimento: 10,0m; altura: 3,8m; área da asa: 23m²
Pesos: vazio: 3.100kg; carregado: 4.000kg; máximo na decolagem: 4.900kg
Performance: velocidade máxima: 660km/h a 7.620m de altura; alcance: 725km; teto operacional: 13.100m
Armamentos: um canhão M4 de 37mm localizado no nariz e quatro Browning M2 de 12,7mm, duas nas asas e duas no nariz, mais provisão para 680kg de bombas

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Bell P-59 Airacomet


O desenvolvimento de um avião turbojato na Inglaterra em Junho de 1941 chegou ao conhecimento do Governo Americano e do General Arnold da Força Aérea do Exército. Com isso, a companhia Bell, em 5 de Setembro de 1941, foi solicitada para desenvolver caça a jato. Um ano após o início dos trabalhos o primeiro avião americano movido a um motor a reação foi posto em voo. A aeronave utilizava dois motores 1-A Whittle, com 500kg de empuxo, construídos pela General Electric e localizados sobre as asas. Mais tarde esses motores demonstraram ser muito fracos para a aeronave. Foram construídos 66 aparelhos, sendo três deles utilizado pela Marinha Americana e outros doze classificados como aviões de treinamento. Outro Airacomet serviu com a RAF após ter sido trocado por um Gloster Meteor I. Os modelos utilizados em combate, Bell P-59B, serviram com o 412th Fighter Group. Mesmo não sendo um sucesso operacional o Airacomet serviu como experiência para desenvolvimentos futuros.


Especificações do Bell P-59 Airacomet


Tipo: jato monoposto para treinamento
Tripulação: um tripulante
Motor: dois motores a reação J31-GE-3 desenvolvendo 907kg de empuxo 
Dimensões: envergadura: 13,87m;  comprimento: 11,63m; altura: 3,66m
Pesos: vazio: 3.610kg; carregado: 5.760kg
Performance: velocidade máxima: 671km/h; altitude máxima: 14.080m; alcance máximo: 837km
Armamento:  um canhão de 37mm e três metralhadoras de 12,7mm localizados no nariz e oito foguetes de 30kg ou 910kg de bombas

quinta-feira, 10 de março de 2011

Handley Page Halifax


O quadrimotor Handley Page Halifax foi projetado com dois motores Vulture mas no primeiro voo em 25 de Outubro de 1939 foi tomada a decisão de utilizar quatro motores. O primeiro modelo ficou pronto em Novembro de 1940 e voou sua primeira missão entre 10 e 11 de Março de 1941. A produção foi acelerada por meio de subcontratos e logo vieram os modelos Halifax Mk I equipado com o motor Merlin X, sem torre dorsal e duas metralhadoras na torre do nariz; Halifax Mk II A Série 1 com um motor Merlin XX e uma torre dorsal com duas metralhadoras; Halifax Mk II Série 1A que utilizava uma torre dorsal com quatro metralhadoras; Halifax Mk III que utilizava o motor Bristol Hercules XVI. Os modelos que vieram depois apresentavam uma envergadura de asa maior, passando de 30,12 metros para 31,75 metros. O Halifax Mk V serviu com o Comando de Bombardeiros. Os modelos Mk VI com o motor Hercules 100 e Mk VII com o motor Hercules XVI serviram com o Comando de Bombardeiros em 1944. Os modelos Mk III, Mk V e Mk VII serviram com paraquedistas e como rebocadores. O fim da guerra ainda viu surgir o Halifax Mk VIII. A produção chegou a 6.176 unidades e cerca de 227.610kg de bombas foram lançadas.


Especificações do Halifax Mk VI


Tipo: bombardeiro para sete tripulantes
Motor: quatro motores radiais Bristol Hercules 100 desenvolvendo 1.800hp
Performance: velocidade máxima: 502km/h a 6.705m de altura; teto operacional: 7.315m com uma carga de 5.897kg de bombas
Pesos: vazio: 17.690kg; máximo na decolagem: 30.845kg
Dimensões: envergadura: 31,75m; comprimento: 21,82m; altura: 6,32m; área da asa: 118,45m²
Armamentos: uma metralhadora de 7,7mm no nariz, na torre dorsal e na torre traseira mais a capacidade de carregar até 5.897kg de bombas.

sábado, 5 de março de 2011

Submetralhadoras Sten

Sten Mk V. 


Em uma tentativa de reequipar o Exército Britânico após a derrota de Dunquerque foi emitido uma urgente ordem de requerimento para uma submetralhadora baseada na MP 38 que pudesse ser produzida rapidamente. Dentro de poucas semanas o projeto de R.V. Sheperd e H.J. Turpin, que trabalhavam na Enfield Lock Small Arms Factory, foi aceito.


O primeiro modelo foi a Sten Mk I. Projetada para ser produzida rapidamente e do modo mais barato possível. Ela era feita de tubos de metal e chapas de metal, todas elas ligadas por solda. O pente era também feito com chapas de metal e o mecanismo do gatilho ficava encoberto por madeira. A arma tinha uma aparência horrível mas era um modo de defesa em uma situação desesperadora.

Sten Mk II. 


A produção da Mk I chegou a 100.000 unidades. Em 1942 entrava em ação a Mk II que se tornou a Sten clássica. Era feita toda em metal. Uma das vantagens da Mk II era quando tinha algumas partes desmontadas, como o cano, e acabava ocupava pouco espaço. Por essa vantagem ela equipou muitas forças de resistência na Europa ocupada. Havia uma versão da Mk II que foi produzida com um silenciador para operações especiais. Essa Sten era chamada de Mk IIS. Após esses modelos entrou em serviço a Mk III, que produzida aos milhares era basicamente uma uma versão ainda mais simples da Mk I.

Sten Mk II na França em 1944. 


A Sten Mk IV foi desenvolvida para paraquedistas mas não foi posta em produção. Na época em que a Mk V entrou em serviço a guerra corria bem para os Aliados e a menor pressão sobre eles permitia que a Sten podesse ser produzida mais refinadamente. A Mk V era sem dúvida a melhor das Sten devido a sua melhor produção e material. Tinha detalhes em madeira, podia ser equipada com uma baioneta e utilizava a mira do rifle Lee-Enfield No. 4. A Mk V foi utilizada pelos paraquedistas em 1944 e após a guerra ela se tornou a submetralhadora padrão do Exército Britânico. A produção de todos os modelos da Sten chega a 4 milhões de unidades.

Sten Mk II em 1945. Fonte.

Especificações da Sten Mk II


Calibre: 9mm
Comprimento: 762mm
Comprimento do cano: 197mm
Peso: carregada: 3,7kg
Alimentação: pente de 32 cartuchos
Razão de fogo: cíclica: 550rpm
Velocidade inicial do projétil: 365m/s

quinta-feira, 3 de março de 2011

Lanchester Sub-machinegun


Com a evacuação de Dunquerque em 1940, a Royal Air Force procurou desenvolver uma nova submetralhadora para  a defesa dos aeródromos. Não havia tempo para desenvolver uma arma nova e foi decidido desenvolver uma a partir da submetralhadora alemã MP/28. O período em que a Lanchester foi desenvolvida era tão desesperador que a Royal Navy também adotou a arma e acabou se tornando o maior usuário da dela.


A cópia da MP/28 foi chamada de Lanchester devido ao homem responsável por desenvolver a arma na Sterling Armament Company em Dagenham, George Lanchester. A Lanchester surgiu como uma confiável arma que se adequava as operações da marinha. A arma podia ser equipada com uma baioneta, que se tornava de grande utilidade em abordagens nos navios inimigos, e era capaz de disparar diferentes tipos de munições. O seu pente de latão comportava uma útil quantidade de 50 munições. A arma era capaz de disparar em modo de tiro único ou em modo de tiro automático. Esse era o modelo Mk I mas no modelo Mk I* somente havia a opção de tiro automático e muitas Mk I foram convertidas para Mk I*.


A cópia descarada que era a Lanchester se mostrou boa no serviço e foi muito útil a Marinha Real Britânica. Os últimos exemplares da Lanchester foram aposentados na década de 1970. A arma foi produzida entre 1941 e 1945 sendo 74.579 produzidas pela Sterling, 16.990 produzidas pela Greener e 3.900 pela Boss.



Especificações da Lanchester

Calibre: 9mm
Cartucho: 9x19mm Parabellum
Comprimento: 851mm
Compimento do cano: 203mm
Peso: 4,34kg
Alimentação: um pente de 32 ou 50 cartuchos
Razão de fogo: cíclico: 600rpm
Velocidade inicial do projétil: 380m/s
Alcance efetivo: 150m

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Smith & Wesson M1917


Durante a Primeira Guerra Mundial entre as inúmeras encomendas Britânicas de armamentos vindo dos Estados Unidos estava uma encomenda de revólveres calibre 11,56mm, que era a medida padrão dos revólveres britânicos. Após a entrada do Estados Unidos na guerra em 1917 um grande número de armas seria necessário para suprir o crescente Exército Americano e as linhas de produção da Colt M1911 não eram suficientes. Sendo assim, o contrato da Smith & Wesson foi tomado pelos Americanos mas as armas produzidas tiveram seu calibre alterado para 11,43mm, que era o calibre da Colt M1911 e de todas a munições produzidas até então para a M1911. Duas variantes da M1917 existiam: uma produzida pela Colt e outra pela Smith & Wesson. 150.000 unidades foram produzidas por cada fabricante somando um total de 300.000 unidades. Mas a M1917 não saiu de serviço com o fim da Primeira Guerra. Na década de 30 o Governo Brasileiro encomendou milhares de M1917 que passaram a ser conhecidas como M1937.

Especificações da Smith & Wesson M1917


Calibre: 11,43mm
Cartucho: 11,43mm (.45) Ball M1911
Comprimento: 274mm
Comprimento do cano: 140mm
Peso: 1,02kg
Velocidade inicial do projétil: 253m/s
Capacidade da câmara: 6 cartuchos

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Metralhadoras Browning M1919


O Modelo Browning 1919 se diferenciava do Modelo 1917 por ter um cano resfriado por ar e não por água. Esse modelo resfriado a ar foi desenvolvido com a idéia inicial de equipá-los em tanques. Com o fim da Primeira Guerra Mundial os tanques, e por consequencia as metralhadoras, tiveram suas encomendas canceladas. A Browning acabou aparecendo em novas versões: Browning M1919A1, Browning M19192, utilizada pela cavalaria americana e Browning M1919A3. Esses modelos nunca foram muito produzidos até o M1919A4 entrar em serviço. Em 1945, cerca de 438.971 haviam sido produzidos.

O M1919A4 foi produzido para ser utilizado com a infantaria e foi no combate que essa metralhadora provou ser de primeira classe sendo capaz de distribuir quantia enorme de fogo contra o inimigo e aguentar o mal tratamento e dureza encontrado na frente de batalha. O M1919A5, foi outro modelo produzido para uso em tanques de guerra. Havia também um modelo utilizado para a força aérea M2, que podia ser instalado e utilizado como arma fixa ou flexível em uma aeronave. A marinha também tinha sua versão baseada no M1919A4 que se chamava AN-M2.

Entre todos esses modelos houve diversas mudanças mas o projeto básico do M1919 se manteve o mesmo. A alimentação da arma era feita através de uma fita de munição e a arma era normalmente montada sobre um tripé. Diversos dispositivos de montagem permitiam que a arma fosse equipada em jeeps, caminhões, tanques e também equipada para uso antiaéreo. 

Em 1943 foi introduzido o M1919A6 que deveria ser uma metralhadora leve para aumentar o poder de fogo dos batalhões. O resultado foi uma pesada metralhadora leve que ao menos podia ser construída rapidamente nas linhas de produção existentes. Era uma metralhadora melhor do que o BAR e cerca de 43.479 foram produzidos. Todos os Browning M1919 utilizavam o mesmo sistema de operação a gás.


Especificações da Browning M1919A4

Calibre: 7,62mm
Comprimento: 1041mm
Comprimento do cano: 610mm
Peso: 14,06kg
Velocidade inicial do projétil: 854m/s
Razão de fogo: cíclica: 400-500rpm
Alimentação: fita com 250 munções

Especificações da Browning M1919A6

Calibre: 7,62
Comprimento: 1346mm
Comprimento do cano: 610mm
Peso: 14,74kg
Velocidade inicial do projétil: 854m/s
Razão de fogo: cíclica: 400-500rpm
Alimentação: fita com 250 munições

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Browning Automatic Rifle


O Browning Automatic Rifle, ou BAR como é conhecido, é uma arma que não se encaixa  precisamente em nenhuma categoria. O BAR pode ser empregado como uma metralhadora leve ou um rifle de assalto pesado, mas na prática ele era utilizado como uma metralhadora leve.

Projetada por John M. Browning, seus primeiros protótipos ficaram prontos em 1917 e logo após os primeiros testes o rifle foi adotado pelo Exército Americano e empregado na França, em 1918. Na época, poucos foram empregados e esses foram utilizados como rifles pesados. Os primeiros modelos, BAR M1918, não possuíam bipés, que só foram introduzidos em 1937 com o BAR M1918A1. Foram o M1918A1 e o M1918A2 que se tornaram os principais modelos de operação do Exército Americano.

O M1918 teve um importante papel na Segunda Guerra já que foi importado aos milhares para o Reino Unido em 1940, onde foi utilizado com a British Home Guard. Os outros modelos foram produzidos aos milhares e uma vez em serviço, o BAR tornou-se uma arma que os soldados podiam confiar mesmo que fosse alimentada por um pente com apenas 20 cartuchos, que era pouco para qualquer operação de infantaria. Após 1945 o Bar foi utilizado na Guerra da Coréia até ser finalmente substituído em 1957.

O BAR foi também produzido pela Fabrique Nationale em Liège, na Bélgica. Os rifles lá produzidos tinham diversos calibres e abasteceram os exérxitos da Bélgica, Suécia, Honduras, alguns países da América do Sul, outros foram parar no Exército Chinês e a Polônia, que tinha sua própria linha produção do BAR onde ele era fabricado com o calibre 7,92mm.



Especificações do BAR M1918A2

Calibre: 7,62mm
Comprimento: 1214mm 
Comprimento do cano: 610mm
Peso: 8,8kg
Velocidade Inicial do projétil: 808m/s
Razão de fogo: cíclico: 500-600tpm (razão rápida) ou 300-450tpm (razão lenta)
Alimentação: um pente de 20 cartuchos

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Cruiser Tank Mk VI Crusader


O Cruiser Tank MK VI, que veio a ser conhecido como Crusader, tem suas origens no tanque Covenanter. Apesar de serem parecidos haviam diversas diferenças como as cincos rodas do Crusader contra as quatro rodas que o Covenanter tinha.

O protótipo chamado de A15 possuía duas pequenas torres: uma localizada na frente da cobertura do motorista e outra para um artilheiro sentado na parte frontal do tanque. Cada uma dessas torres era equipada com uma metralhadora de 7,92mm. Logo após alguns testes a torre do motorista foi retirada. Esses primeiros testes também denunciaram problemas no resfriamento do motor e na caixa de marcha. Esses problemas foram difíceis de serem resolvidos e foram encontrados até mesmo em Crusaders que estavam sendo retirados de combate.


O primeiro modelo de produção foi o Crusader I que tinha uma blidagem de 40mm e um canhão de 40mm. Quando o Crusader I entrou em combate em 1941 ele já era inadequado para o combate. As armas de 57mm, que podiam resolver o problema, ainda eram escassas e sua blindagem foi aumentada em torno de uma base de 50mm. Este era o Crusader II mas somente no Crusader III que arma de 57mm foi utilizada. A versão III acabou sendo a versão padrão para os combates no Norte da África antes de ser substituído pelo tanque Sherman M4.

No combate o Crusader era rápido mas sua blindagem não era espessa o suficiente e aqueles equipados com o canhão de 40mm não faziam frente aos seus equivalentes alemães. Após perderem sua função como tanque de combate os Crusaders foram utilizados em diversos propósitos especiais. Alguns foram convertidos para tanques antiaéreos com uma Bofor de 40mm ou dois ou três canhões de 20mm montados sobre eles. Outros Crusaders, sem suas torres, eram utilizados como rebocadores de veículos e de artilharia. Essas versões rebocadoras foram muito utilizadas na Europa em 1944 e 1945.

O Crusader foi um clássico armamento britânico da Segunda Guerra apesar da sua falta de eficiência de combate. Mesmo com uma baixa agressividade foi um tanque que se superou e viu ação em diversos lugares e em diversas versões.


Especificações do Crusader III

Tripulação: 3
Peso: 20.067kg
Motor: um Nuffield Liberty Mk III desenvolvendo 340bhp
Dimensões: comprimento: 5,99m; largura: 2,64m; altura: 2,23m
Performance: velocidade máxima na estrada: 43,4km; velocidade máxima off-road: 24km/h; alcance com tanque de combustível extra: 204km

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Renault R 35


O tanque Renault R 35, originalmente conhecido como Renault ZM, foi produzido em 1934 em resposta ao requerimento de um novo tanque de suporte para a infantaria do Exército Francês. Esse tanque deveria substituir os antigos Renault 17 que datavam da Primeira Guerra Mundial. Os testes se iniciaram em 1935 e antes que mais testes fossem efetuados o R 35 foi posto em produção já que a Alemanha se mostrava disposta a uma guerra. Antes do início da produção foi efetuada uma pequena mudança: a blindagem do tanque deveria passar de 30mm para 40mm.

O R 35 nunca substituiu totalmente o R 17 mas em torno de 1940 cerca de 1.600 já haviam sido produzidos. Era o tanque mais numeroso no Exército Francês. O R 35 era um tanque pequeno para dois tripulantes. Sua blindagem utilizava muito de fundição. O motorista ficava posicionado a frente enquanto que o comandante tinha de trabalhador como carregador da arma principal, além de mirá-la e dispará-la. A torre do tanque não dispunha de dispositivos de observação eficazes mas até então o tanque era suficiente.


Uma nova versão introduzida em 1940, que dispunha de um novo sistema de suspensão, foi chamada de AMX R 40. Poucas destas versões haviam sido produzidas quando a Invasão da França começou. O R 35 não era oponente para os Panzers. Seu canhão não era capaz de perfurar nem a blindagem dos menores tanques alemães e o modo como ele era empregado em combate, utilizados em poucos números em apoio a infantaria, fazia com que fosse presa fácil para o grande número de Panzers utilizados pelos Alemães. A blindagem de 40mm do R 35 era capaz de suportar a maioria das armas antitanques alemãs mas pouco o tanque podia fazer para mudar o curso da campanha. A maioria dos R 35 era destruída ou abandonada pelas suas tripulações frente ao desastre que varria o Exército Francês.

Muitos R 35 caíram intactos em mãos alemãs. Esses foram utilizados em missões na França ou em escolas de treinamento alemãs. Com o início da Operação Barbarossa, a invasão da União Soviética, muitos R 35 foram privados de suas torres e eram utilizados como tratores para artilharia ou utilizados para carregar munição. Mais tarde, o restante dos R 35 que ainda se encontravam na França tiveram suas torres retiradas para serviram como artilharia auto-propulsada ou armas anti-tanque. As torres retiradas foram colocadas como defesa na Muralha do Atlântico.

O R35 mostrou ser de maior utilidade aos Alemães do que aos Franceses. Foi um tanque de tradição de combate da Primeira Guerra construído sob o pensamento de que a guerra com tanques havia mudado pouco desde 1918.

Especificações do R 35

Tripulação: 2
Peso: 10.000kg
Motor: um Renault de 4 cilindros desenvolvendo 82bhp
Dimensões: comprimento: 4,20m; largura: 1,85m; altura: 2,37m
Performance: velocidade máxima: 20km/h; alcance: 140km
Armamento: um canhão de 37mm e uma metralhadora de 7,5mm

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Bell XP-77


O desenvolvimento do Bell XP-77 começou em Outubro de 1941 quando o Corpo Aéreo do Exército dos Estados Unidos procurava produzir um caça leve que utilizasse os materiais então chamados de "não-estratégicos". O XP-77 deveria ser um pequeno caça nos moldes dos aviões de corrida de década de 30. O avião era um monomotor, monoplano de asa baixa, equipado com um trem de pouso tipo triciclo e era feito quase todo de madeira. O canopy permitia uma grande visão para quase todos os lados menos para trás (um requerimento chave para um caça).

Originalmente concebido com o motor resfriado a ar de 500hp Ranger XV-770-9 de 12 cilindros com um compressor, os protótipos foram entregues com o motor sem compressor XV-770-7 devido a atrasos no desenvolvimento. O avião deveria portar um canhão de 20mm Hispano e duas metralhadoras Browning de 12,7mm, com a opção de poder carregar uma bomba de 136kg ou uma carga de profundidade 147kg quando sem as metralhadoras Browning.

O projeto sofreu diversos atrasos, a maioria deles por correções de excessos de pesos. O primeiro XP-77 voou pela primeira vez em Abril de 1944 em Wright Field. Os primeiros testes mostraram problemas de vibração por o motor ser montado direto na estrutura da aeronave. O XP-77 também demonstrou ser de difícil pilotagem e mesmo voando sem armamentos não atingiu uma performance aceitável. Mais testes foram feitos com uma segunda aeronave em Eglin Field mas a aeronave caiu quando tentava uma manobra de Immelmann. O projeto foi cancelado em Dezembro de 1944.

Especificações do Bell XP-77

Tripulação: 1
Dimensões: comprimento: 6,96m; envergadura: 8,38m; altura: 2,49m; área da asa: 9,3m²
Pesos: vazio: 1.295kg; máximo na decolagem: 1.827kg
Motor: um Ranger V-770-7 12 cilindros invertidos desenvolvendo 520hp
Performance: velocidade máxima: 530km/h; alcance: 890km; teto operacional: 9.180m; razão de subida: 1.097m/min
Armamento: um canhão de 20mm Hispano-Suiza HS.404, duas metralhadoras Browning M2 de 12,7mm com 200 cartuchos de munição cada uma; uma bomba de 136kg ou uma carga de profundidade de 147kg

sábado, 31 de julho de 2010

Fox Armored Car


O veículo blindado Fox foi produzido pela General Motors no Canadá durante a Segunda Guerra. O Fox foi baseado no veículo britânico Humber. A tripulação consistia de um comandante, um operador de rádio, um motorista e um atirador. 1.506 veículos foram produzidos.


O veículo não foi bem recebido devido a um problema no sistema de direção traseiro. O Fox viu serviço na Itália, no Reino Unido e na Índia. Após a Segunda Guerra muitos foram para o Exército Português e foram utilizados em Angola, Moçambique e Guiné.


Especificações do Fox

Tripulação: 4
Peso: 8 toneladas
Dimensões: comprimento: 4,6m; altura: 2,4m; largura: 2,3m
Motor: GMC 6 cilindros
Performance: velocidade máxima: 71km/h; alcance: 250km
Blindagem: até 15mm
Armamento: uma matralhadora MG de 12,7mm e uma metralhadora MG de 7,62mm

segunda-feira, 19 de julho de 2010

M8 Greyhound


O carro combate M8 Greyhound foi um veículo 6x6 blindado produzido pela Ford Motor Company e foi utilizado pelos americanos e britânicos na Europa e no Extremo Oriente até o fim da guerra. O M8 foi extensamente exportado e no Reino Unido ele era conhecido como Greyhound.

Em Julho de 1941 uma ordem foi emitida para desenvolver um novo veículo antitanque para substituir o M6. O requerimento pedia um veículo 6x4 armado com uma arma de 37mm, uma metralhadora montada na torre e outra montada na frente. A sua blindagem deveria resistir a tiros de uma metralhadora .50 e resistir a tiros de uma metralhadora calibre .30 nas laterais.

Protótipos foram feitos pela Studebaker (T21), Ford (T22) e Chrysler (T23), todos eram semelhantes no projeto e na aparência. Em Abril de 1942 o T22 foi escolhido. Logo, ficou claro que a arma de 37mm não seria efetiva contra os tanques alemães, assim o M8 foi designado para missões de reconhecimento.


Emissões de contratos e aprimoramentos do projeto atrasaram a produção em série até Março de 1943. A produção foi encerrada em Junho de 1945 e um total de 8.523 unidades foram produzidos. Cerca de 1.000 unidades foram fornecidas para a França, a Inglaterra e o Brasil.

A tripulação era composta por quatro homens sendo eles um comandante que também atuava como recarregador da arma principal, um atirador, um motorista e um operador de rádio. O motorista e o operador de rádio ficavam na frente do veículo enquanto que o comandante e o atirador ficavam na torre.

O veículo carregava 80 cartuchos de 37mm quando equipado com apenas um rádio. Veículos equipados com dois rádios carregavam apenas 16 cartuchos de 37mm mas algumas modificações podiam aumentar esse número para 40. A munição da metralhadora ficava em torno de 1.500 cartuchos de .30 e 400 cartuchos de .50. Eram também carregados rifles M1 para a tripulação, granadas de mão e minas antitanque.


O primeiro uso do M8 foi na Itália em 1943. Mais tarde o veículo foi utilizado contra tanques japoneses, já que estes eram vulneráveis contra sua arma de 37mm. O veículo foi considerado rápido, bem armado e blindado para missões de reconhecimento. Mas as unidades de cavalaria reclamavam de sua performance off-road que era pior do que M3A1, carro que o M8 substituiu. Nos terrenos montanhosos da Itália e nas nevascas do norte europeu o M8 ficava restrito ás estradas,o que prejudivaca sua função de reconhecimento.

O veículo era muito vulnerável a minas e um kit de blindagem extra foi produzido para ele. Outro problema é que as vezes ele era utilizado para missões de suporte de fogo e ficavam muito vulneráveis aos armamentos alemães. Em 1943 o Estados Unidos começou a procurar um substituto para o M8.



Especificações do M8 Greyhound

Tripulação: 4
Peso: 7,8 toneladas
Dimensões: comprimento: 5m; altura: 2,25; largura: 2,54;
Blindagem: até 19mm
Motor: Hercules JXD 6 cilindros desenvolvendo 110hp
Performance: velocidade máxima: 90km/h; alcance: 563km
Armamento: uma arma de 37mm, uma metralhadora .30 e outra .50

terça-feira, 13 de julho de 2010

Metralhadora Hotchkiss M1922


A metralhadora Hotchkiss M1922 era produzida pela empresa francesa Hotchkiss et Cie. Essa metralhadora foi utilizada pela Tchecoslováquia, França, Grécia, República da China, Espanha e Reino Unido. Sua razão de fogo podia ser ajustada e era projetada para utilizar diversas medidas de calibres.


Especificações da Hotchkiss M1922

Comprimento: 1216mm
Comprimento do cano: 600mm
Ação: operada a gás
Razão de fogo: 450 tiros por minuto
Alimentação: pente de 20 cartuchos ou fita 15, 24 ou 30 cartuchos
Peso: 8,4kg (9,6kg na versão alimentada por fita)
Calibres: 8x50R Lebel, .303 British, 7x57 Mauser e 7.92x57

segunda-feira, 12 de julho de 2010

BL 7,2 inch Howitzer MkI


O BL 7,2 inch Howitzer MKI foi o primeiro de uma série de peças de artilharia que foi inicialmente desenvolvido na Inglaterra no início da Segunda Guerra. O 7,2 não era um modelo novo mas um novo projeto feito em cima do modelo de 8 polegadas da Primeira Guerra Mundial. Essa arma foi uma medida tapa buracos adotada na emergência de se conseguir peças de artilharia pesadas no início da guerra.

Apesar delas terem sido concebidas emergencialmente, elas se sairam tão bem que foram utilizadas pelos Britânicos até o fim da guerra fornecendo fogo pesado para as tropas britânicas e para as tropas da Commonwealth. Cerca de dez homens eram empregados para utilizar a arma.


Especificações do BL 7,2 inch Howitzer MKI

Peso: 10,1 toneladas
Dimensões: comprimento: 7,7m; largura: 2,7m; altura: 1,3m
Calibre: 182,9mm (7,2 polegadas)
Velocidade inicial do projétil: 517m/s
Alcance máximo: 15,500m
Cartucho: 92kg

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Dodge WC54

Veículo do Signal Corps dos E.U.A..

O Dodge WC54 3/4 Ton 4x4 foi desenvolvido durante a Segunda Guerra e foi utilizado como a principal ambulância do Exército Americano entre 1942 e 1945. O WC54 foi desenvolvido para substituir o WC9, o WC18 e o WC 27.

Baseado no chassi do Dodge "Beep" 3/4 Ton, ele tinha um distância entre eixos maior e a suspensão foi ajustada para deixá-lo mais macio. O corpo era produzido pela Wayne Body. Havia espaço para o motorista, o médico e mais quatro ou sete pacientes. Até quatro pacientes podiam ser carregados quando macas eram utilizadas. O WC54 tinha um sistema de aquecimento para o conforto dos pacientes. Havia uma escada dobrável na traseira do veículo para facilitar o acesso dos pacientes e médicos.


Entre 1942 e 1945 a produção total da série T214 foi de 255.173 unidades. Desses, 22.857 foram utilizados como ambulâncias. A Força Expedicionária Brasileira utilizou cerca de 30 WC54 junto do seu Batalhão de Saúde.


Especificações do Dodge WC54 Model T214

Motor: Dodge T214, 6 cilindros, 92bhp
Transmissão: 5 marchas
Dimensões: comprimento: 4,93m; largura: 1,90m; altura: 2,29m; entre eixos: 3,07m
Performance: velocidade máxima: 86km/h
Peso: 2.680kg

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Austin K2


O Austin K2 era um ambulância militar britânica produzida pela Austin Motor Company. A parte traseira era produzida pela Mann Egerton e podia comportar 10 pessoas sentadas ou 4 pessoas deitadas em macas. 13 mil ambulâncias Austin K2 foram produzidas e calcula-se que 50 existam hoje em dia. O chassi produzido pela Austin era tambem utilizado em veículos da Morris e da Bedford. O Austin k2 é muito lembrado por ter uma caixa de marchas que precisava ser "entendida". Uma vez que ela fosse controlada ela mostrava um bom serviço. O Austin K2 era popular não só nos países da Commonwealth mas também entre as tropas americanas.

Especificações do Austin K2

Tripulação: 2
Peso: 7,75 toneladas
Dimensões: comprimento: 5,49m; largura: 2,21m; altura: 2,79m
Motor: Austin 6 cilindros, 3462cc, desenvolvendo 60hp
Performance: velocidade máxima: 80km/h

domingo, 16 de maio de 2010

Humber


O carro leve de reconhecimento Humber, também chamado de Ironside, era um veículo blindado construído pelos Ingleses durante a Segunda Guerra. Era produzido pela Rootes Group e foi desenvolvido a partir do chassi do 4x4 Humber Heavy Utility. Entre 1940 e 1943 cerca de 3.600 foram produzidos.

O veículo foi utilizado por batalhões de reconhecimento na Tunísia e na Europa. Três Humbers foram modificados para a Família Real Britânica e para os Ministros. Após a guerra alguns continuaram a ser utilizados pelos Britânicos no Extremo Oriente e na Índia.

As variações do Mk I, que tinha o teto aberto, foram o Mk II que recebeu um teto blindado e uma torre com uma metralhadora , o Mk III que era 4x4 e semelhante ao Mk II e o Mk IIIA que tinha pontos de observação adicionais.

Especificações do Humber

Tripulação: 3
Blindagem: até 12mm
Peso: Mk I: 2,8 toneladas; Mk II 3 toneladas
Dimensões: comprimento: 4,37m; largura: 1,88m; altura: 2,08m
Motor: movido a gasolina/ 80-87hp
Alcance: 180km
Velocidade: 72km/h
Armamento: um rifle antitanque Boys e uma metralhadora de 7,7mm Bren

sábado, 8 de maio de 2010

MAB Model D


A pistola Model D era produzida pela Manufacture d'Armes de Bayonne entre 1933 e 1963 e era baseada na pistola belga Browning FN. A MAB D foi projetada em cima da MAB C, que tem muitas partes em comum mas era uma pequena pistola direcionada para o uso de civis enquanto que a MAB D era maior e direcionada para o uso policial e militar.

Após a ocupação alemã a pistola passou a ser utilzada pela Wehrmacht e muitas eram marcadas com símbolos alemães. Após a guerra a pistola foi utilizada na Indochina e na França foi utilizada por diversas agências do governo.

Especificações da MAB Model D

Tipo: pistola semiautomática
Peso: 0,76kg
Comprimento: 178mm
Comprimento do cano: 101mm
Calibre: 7,65x17mm
Velocidade inicial do projétil: 213m/s
Alimentação: pente de 9 cartuchos