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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Curtiss P-40 Warhawk


O caça mais importante dos Estados Unidos na época do ataque Japonês a Pearl Harbor, o Curtiss P-40 Warhawk seguiu em serviço até o fim da guerra, apesar de não alcançar o nível de caças como o P-38, P-47 e P-51. Voou pela primeira vez em Outubro de 1938. Uma grande quantia foi encomendada mas a maioria serviu na RAF sob o nome de Tomahawk Mk I. O P-40B foi a versão seguinte, era equipado com um cockpit reforçado e um armamento que consistia de duas metralhadoras de 12,7mm e quatro armas de 7,62mm. O P-40C tinha um diferente sistema de combustível. O P-40D tinha um nariz menor onde o radiador localizava-se mais na parte traseira. A primeira versão a ver grande serviço na USAAF foi o P-40E que era equipado com 6 metralhadoras de 12,7mm localizadas nas asas. Cerca de 2.230 P-40E foram produzidos. O modelo mais produzido foi o P-40N (cerca de 5.219 unidades foram produzidas). A maioria dos P-40 serviram no Pacífico mas alguns também viram serviço no Mediterrâneo.

Especificações do Curtiss P-40N-20 Warhawk

Tipo: caça/bombardeiro de assento único
Motor: um motor Allison V-1710-81V de 12 pistões desenvolvendo 1.360hp
Performance: velocidade máxima: 609km/h a 3.200 metros; sobe até 4.570 metros em 6,7 minutos; teto operacional: 11.580 metros; alcance: 386km
Pesos: vazio: 2.722kg; máximo na decolagem: 5.171kg
Dimensões: envergadura: 11,38m; comprimento: 10,16m; altura:3,76m; área da asa: 21,92m²
Armamento: seis metralhadoras de 12,7mm localizadas nas asas mais provisão para três bombas de 227kg

terça-feira, 2 de junho de 2009

Lockheed P-38 Lightning


O primeiro projeto de caça da Lockheed, o P-38 era um bimotor que foi projetado de acordo com um requerimento de 1937 para um interceptador de grande altitude. Voou pela primeira vez no dia 27 de Janeiro de 1939. Os primeiros P-38 a serem produzidos eram equipados com uma arma de 37mm, quatro metralhadoras de 12,7mm e motores Allison V-1710-27/29 atingindo uma velocidade de 628km/h, velocidade superior a qualquer outro caça bimotor do ano de 1941.


A primeira versão operacional foi o P-38D. Havia uma ordem de 143 destes aviões a serem entregues a RAF mas após uma avaliação o contrato foi cancelado. Na força aérea Americana o P-38D foi seguido do P-38E, em que o canhão de 37mm foi substituído por um canhão de 20mm. O P-38F, com provisão para 907kg de bombas sob as asas, foi seguido pelo P-38G que sofreu poucas mudanças. O P-38H podia carregar até 1.452kg de bombas. Mas foi no P-38J (do qual 2.970 unidades foram produzidos) que o piloto americano Richard I. Bong obteve 40 vitórias. O P-38L foi a versão mais produzida (cerca de 3.923) e diferenciava-se do P-38J apenas no motor utilizado. As versões de reconhecimento, F-4 e F-5, foram também muito utilizados na Europa e na Ásia. A produção total do Lightning chegou a 9.394 unidades.


Especificações do P-38L Lightning

Tipo: caça/bombardeiro de assento único
Motor: dois motores Allison V-1710-111/113 V-12 de 1.475hp
Performance: velocidade máxima: 666km/h a 7.620m; sobe até 6.095m em 7 minutos; teto operacional: 13.410m; alcance: 724km
Peso: vazio: 5.806kg; máximo na decolagem: 9.798kg
Dimensões: envergadura: 15,85m; comprimento: 11,52m; altura: 2,99m; área da asa: 30,42m²
Armamento: um canhão de 20mm e quatro metralhadoras de 12,7mm localizadas no nariz mas provisão para 726kg de bombas sob as asas

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

USS Enterprise


O USS Enterprise foi o segundo porta-aviões da classe Yorktown a ser produzido. Em 1938, ele se juntou a Armada do Pacífico. Por sorte, o Enterprise e os outros dois porta-aviões da Armada do Pacífico estavam fora de Peral Harbor quando os Japoneses atacaram no dia 7 de Dezembro de 1941. Após o ataque, eles foram imediatamente colocados na linha de frente, três dias mais tarde, as aeronaves do Enterprise afundaram o submarino 1-170, o primeiro submarino japonês a ser afundado.

Em Abril de 1942, o USS Enterprise escoltou seu irmão, o USS Hornet, no ataque aéreo á Tóquio. O Enterprise não tinha nem um bombardeiro B-25 a bordo, pois suas aeronaves deveriam ser utilizadas para afundar pequenos navios japoneses. Estes dois portas-aviões estavam presente na Batalha de Midway, que ocorreu em Julho. As aeronaves do Enterprise afundaram os porta-aviões Kaga e Akagi. Dois dias mais tarde, os bombardeiros do Enterprise afundaram o cruzador pesado Mogani e dois destróieres.


O Enterprise cobriu os desembarques de Guadalcanal em Agosto de 1942 e suas aeronaves derrubaram 17 aeronaves japonesas. Durante a Batalha de Eastern Salomons, o Enterprise foi atingido por três bombas e retornou á Pearl Harbor para dois meses de reparos. Na Batalha de Santa Cruz no dia 26 de Outubro, ele novamente foi atingido três vezes, mas sem grandes danos, e continuou a operar com suas aeronaves normalmente. No dia 13 de Novembro, um de seus aviões Grumman acabou com o danificado navio de batalha Hiei. No outro dia, o Enterprise foi responsável pela destruição de 11 navios de comboios de tropas.

O Enterprise retornou aos Estados Unidos para reparos e só voltou a ação no Pacífico na metade de 1943. Também participou no massivo ataque a Truk em Fevereiro de 1944 e na Batalha no Mar das Filipinas. O Enterprise continuou em ação até 1945, sobrevivendo a dois ataques kamikazes. O terceiro ataque kamikaze no dia 14 de Maio o tirou de ação para sempre e teve de retornar aos Estados Unidos para reparos. Em 1958, acabou vendido para sucateamento.

Especificações do USS Enterprise

Peso: padrão: 19.800 toneladas; carregado ao máximo: 25.500 toneladas
Dimensões: comprimento: 246,74m; calado: 8,84m
Velocidade: 33 nós
Armamento: 8 armas antiaéreas de 127mm, 4 armas quádruplas de 27,94mm e 16 metralhadoras de 12,7mm
Aeronaves: 27 caças, 37 bombardeiros de mergulho e 15 torpedeiros
Tripulação: 2.919 tripulantes

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Consolidated B-24 Liberator


O Avião mais produzido nos Estados Unidos durante toda a guerra (a aeronave quadrimotor mais produzida no mundo), o B-24 Liberator, teve seu protótipo, XB-24, testado no dia 29 de Dezembro de 1939. Algumas pequenas mudanças foram feitas em 1940, até o primeiro modelo, B-24D, ser colocado em produção em 1941. Uma decisão política concentrou estas aeronaves no Pacífico, onde os modelos de longo alcance eram bastante efetivos. A maioria dos 2.738 B-24D foram utilizados contra o Japão. Alguns destes aviões serviram na oitava e na nona divisão da Força Aérea Americana no norte da África e na Europa.


Um total 791 B-24E tiveram suas hélices alteradas antes da produção ser alterada para o modelo B-24G, dos quais 430 foram construídos. Esta versão tinha uma torre de duas armas localizada no nariz do avião. 3.100 aviões B-24 também tiveram a mesma torre construída. As versões mais construídas foram a B-24J, das quais 6.678 foram construídas. O B-24L (1.667 foram construídos) tinha duas metralhadoras operadas manualmente localizadas na cauda. O B-24M (2.593 foram produzidos) tinha uma torre de duas armas localizada na cauda. Este grande esforço de produção, que produziu 18.313 aviões em 5 anos e meio, envolveu as indústrias Consolidated, Douglas, Ford e North American. Os B-24 também serviram junto da RAF e da Marinha Americana (sob a designação de PB4Y). Havia um versão para passageiros chamada C-87 e 282 foram produzidos.


Especificações do Consolidated B-24J Liberator

Tipo: bombardeiro médio ou pesado para oito ou dez tripulantes
Motor: quatro motores radiais Pratt & Whitney R-1830-65 de 1.200hp
Performance: velocidade máxima: 467km/h á 7.620m; sobe á 6.096 metros em 25 minutos; teto de serviço: 8.535 metros; alcance: 3.220km com uma carga de 3.992kg de bombas
Peso: vazio: 16.556kg; máximo na decolagem: 29.484kg
Dimensões: envergadura: 33,53m; comprimento: 20,47m; altura: 5,49m; área da asa: 97,36m²
Armamento: torres de duas armas no nariz, na cauda e na fuselagem superior, além de uma carga normal de 3.992kg de bombas

B-24 em ação.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Pistolet Radom wz.35


No início da década de 30, o Exército Polonês tinha diversas pistolas em uso e desejava uma pistola padrão. Todos projetos foram reunidos e colocados em prodrução na Fabryka Radom. Está arma se tornou a pistola padrão dos serviços poloneses pelo nome de Pistolet Radom wz.35 de 9mm. A Radom wz.35 era uma combinação da Browning e da Colt com alguns toques poloneses. Era bastante convencional. A munição utilizada era a Parabellum 9mm. Era uma pistola acima da média de boa fabricação.

Em 1939, os Alemães tomaram a Polônia, e junto dela, todo o arsenal de pistolas Radom wz.35. Os Alemães adotaram a pistola e a mantiveram em produção sob o nome de Pistole P 35. Como a demanda alemã por pistolas era enorme, eles eliminaram algumas características. As Radom wz.35 alemãs podem ser facilmente identificadas das versões polonesas. A produção foi mantida até 1944 quando o Exército Vermelho destruiu a fábrica. Quando o novo Exército Polonês foi reestabelecido, a pistola soviética TT33 tornou-se a pistola padrão, e a Radom wz.35 virou história.

Especificações da Pistolet Radom wz.35

Cartucho: Parabellum 9mm
Comprimento: 197mm
Comprimento do cano: 121mm
Peso: 1,02kg
Velocidade do projétil: 351m/s
Pente: 8

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Fusil MAS 36


No período seguinte a Primeira Guerra Mundial, o Exército Francês decidiu adotar um novo cartucho padrão, de 7,5mm. O novo cartucho foi adotado em 1924, mas alguns testes demonstraram que o este novo cartucho nãe era seguro, e em 1929, ele foi modificado. Neste mesmo ano, a França decidiu adotar um novo rifle para a nova munição, mas só em 1932 o protótipo ficou pronto. Após muitos testes o rifle foi aceito, em 1936.

O novo rifle era o Fusil MAS 36 (Manufacture d'Armes de Saint-Etienne). A produção deste novo rifle foi tão lenta, que um programa para converter antigos rifles foi adotado. Até 1939 apenas algumas unidades francesas estavam equipadas com o MAS 36, a maioria eram tropas da linha de frente. Esta arma tornou-se, durante um certo tempo, a preferida das forças em exílio da França Livre. Os Alemães tomaram diversos Rifles MAS 36 e os utilizaram sob o nome de Gewehr 242 em suas missões contra revoltosos no território francês ocupado.


Havia algumas variantes do MAS 36 como o MAS 36 CR39, cuja intenção era ser utilizada por pára-quedistas, mas somente alguns foram produzidos e poucos aparecem em serviço. Quando a guerra acabou, o Exército Francês utilizou o MAS 36 durante muitos anos na África e na Indochina. Muitos ainda encontram-se em uso cerimonial.

Especificações do MAS 36

Calibre: 7,5mm
Comprimento: 1.019mm
Comprimento do cano: 574mm
Peso: 3,67kg
Velocidade do projétil: 823m/s
Pente: 5

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Douglas C-47 Skytrain (Dakota Mk I)


Provavelmente uma das aeronaves mais conhecidas de todos os tempos, seja como um avião comercial ou um avião militar, o Douglas C-47 Skytrain evoluiu da aeronave DC-3, que introduziu novos níveis de velocidade e conforto para as viagens da década de 30. Ele voou pela primeira vez no dia 17 de Dezembro de 1935 como uma aeronave comercial. O C-47 não havia sido encomendado pela Força Aérea Americana até 1940. O C-47 tinha motores radiais Pratt & Whitney R-1830 no lugar dos motores Wright Cyclones utilizados nos aviões DC-3. 93 C-47 foram produzidos antes de iniciar-se a produção do modelo C-47A que tinha 24V(volts) no sistema elétrico ao invés de 12V que eram utilizados nos C-47, um total de 4.931 C-47A foram produzidos. Compressores para altitudes elevadas e motores R-1830-90 foram introduzidos nas aeronaves C-47B cuja intenção era que operarassem no sul da Ásia Oriental.

Alunos da escola de paraquedismo em Fort Benning na Geórgia sobem em um Dakota Mk I para treinamento de saltos.

Muitas variantes foram produzidas sob designações diferentes, dos quais o C-53 Skytrooper era o mais importante, sendo uma aeronave padrão para propósitos militares. A produção durante a guerra dos C-47 alcançou o número de 10.048 aeronaves, mais 2.700 produzidos na União Soviética com o nome de Lisunov Li-2. Foi também produzido no Japão sob o nome de L2D. Na Força Aérea Americana o C-47 virou a aeronave padrão para rebocar planadores e realizar transportes durante 1942 e os anos seguintes, sendo utilizado em grande número por forças aerotransportadas durante a guerra. Mais tarde, durante a guerra, alguns 1.895 Dakotas serviram junto de 25 esquadrilhas da RAF (Royal Air Force). O Dakota Mk I correspondia ao C-47, o Dakota Mk II ao C-53, o Dakota Mk III ao C-47A e o Dakota Mk IV ao C-47B. Em 1961, a Força Aérea Americana ainda tinha 1.000 C-47 em seu inventório e eram também utilizados pela Marinha Americana sob o nome de R4D.

Especificações do Douglas C-47 Skytrain (Dakota Mk I)

Tipo: avião de transporte para três tripulantes e 27 passageiros
Motor
: dois motores radiais Pratt & Whitney R-1830-92 de 14 cilindros desenvolvendo 1.200hp
Performance: velocidade máxima, 370km/h; sobe até 3.048m em 9,6 minutos; teto de serviço 7.315m; alcance 2.575km
Peso
: vazio 8.255kg; 11.793kg de peso máximo na decolagem

Dimensões
: 29,11m de envergadura; 19,43m de comprimento; 5,18m de altura; 91,69m² de área da asa

Armamento
: nenhum

domingo, 30 de novembro de 2008

Eleo 80-ft

Experimento de camuflagem de 1944 em um 80-ft.

Durante a Primeira Guerra Mundial a Companhia Elétrica de Barcos (Electric Boat Company), ELEO, construiu um grande número de pequenos barcos para a Marinha Americana, mas perdeu a continuidade do projeto pelo desinteresse pós-guerra da Marinha Americana. Quando uma competição oficial foi anunciada no fim da década de 30, a ELEO adquiriu a patente de um barco da British Power Boat Company. A ELEO conseguiu não só que a Marinha comprasse o barco mas que também encomendasse 23 deles baseados no projeto original e mais 12 equipados com cargas de profundidade além dos torpedos.

A versão PT começou a entrar em serviço em Novembro de 1940. Eles eram vistos como experimentos, e apesar de satisfatórios, foi recomendado que os próximos barcos tivessem motores Packard e tubos para torpedos de de 533mm. Para que isto fossse possível, o comprimento do barco teve que passar de 21,34 metros para 23,47 metros. Cinco foram construídos para a competição de 1941 e 70-footers foram transferidos para o Reino Unido sob os termos do programa Lend-lease.


Os barcos ELEO se saíram bem, com alta velocidade e boa manobrabilidade, mas eles sofriam de falhas estruturais que necessitaram modificações. Foi recomendado que ele fosse mais comprido, para que tivesse uma melhor navegabilidade em alto mar. Foi especificado um comprimento máximo de 25 metros, a ELEO optou por 24,38 metros. O EUA ja estava em guerra e a ELEO ja havia construído 4 esquadras de barcos modelo 77-footers que ainda carregavam os torpedos de 457mm que a marinha não queria. 358 ELEO 80-footers foram construídos, os três motores Packard os davam uma alta velocidade em relação a seus adversários Higgins.

Especificações do ELEO 80-ft

Peso:
38 toneladas
Dimensões:
comprimento 24,38m; largura 6,32m; calado 1,52m
Motor:
três mototores Packard desenvolvendo 4.050hp
Velocidade:
40 nós
Armamento:
quatro torpedos de 533mm, uma arma de 40mm, um canhão de 20mm e quatro metralhadoras de 12,7mm
Tripulação:
14

sábado, 29 de novembro de 2008

Churchill Crocodile


A primeira especificação para um tanque lança-chamas foi feita no início de 1938, ainda que não existisse um departamento de pesquisa para lidar com fogo. Algumas tentativas desordenadas levaram a um número de modelos experimentais, mas nada definitivo foi alcançado até a criação de um Departamento de Petróleo e Guerra (Petroleum Warfare Department), e então algum trabalho mais definido começou. O PWD concentrou-se num tipo de projetor que utilizava hidrogênio comprimido para propelir o jato de combustível.

O Crocodile (Crocodilo) foi designado para ser utilizado junto do tanque de infantaria Churchill, por este motivo, Churchill Crocodile. Quando ele apareceu pela primeira vez em 1942 uma mudança na política do Gabinete de Guerra disse que não havia mais um requerimento oficial para um tanque lança-chamas, o trabalho apesar disso seguiu em frente. Em Abril de 1943 uma nova mudança nas políticas desejava a volta do Crocodile mais uma vez e em Agosto de 1943 um requerimento de 250 foi posto, estes veículos deveriam equipar as unidades que desembarcariam na Normandia.

A ordem foi emitida apesar do fato de que nenhum teste com as tropas foi realizado. No plano inicial os Crocodiles deveriam ser montados nos tanques Churchill Mk IV, mas a maioria foi instalado nos tanques Mk VII. A parte principal do Crocodile era instalada sobre um reboque de duas rodas puxado pelo tanque Churchill e conectado a ele por uma junta universão pela qual o combustível pressurizado tinha que passar. O prjetor localizava-se na frente do tanque instalado no lugar da metralhadora. A metralhadora de 75mm e a metralhadora da torre eram guardadas para serem utilizadas como em um tanque normal se necessário. O reboque podia ser ejetado quando vazio ou se necessário. O reboque continha combustível e gás comprimido sufuciente para produzir 80 segundos de chamas e o alcance operaional era de 73 metros, apesar de que em condições favoráveis o alcence chegava a 110 metros.

Um tanque Sherman americano equipado com o Crocodile.

O Churchill Crocodile entrou em ação pela primeira vez no Dia-D, 6 de Junho de 1944. Desde então eles forem utilizados em todos os teatros de operações e acabaram se tornando armas muitos efetivas. Havia planos de utilizarem Crocodiles em tanques Sherman dos Estados Unidos, embora que algum trabalho tenha sido feito, apenas 6 foram construídos e apenas 4 entraram em serviço na Europa.

Pela época, 800 Crocodiles haviam sido produzidos. O principal usuário do Exército Britânico era a 79º Divisão de Blindados. Assim que a guerra acabou, a maioria foi retirado de serviço.