sábado, 17 de janeiro de 2009

Armas Soviéticas de 152mm


As primeiras armas soviéticas deste tipo tiveram suas origens em 1910. As armas Pushka de 152mm foram atualizadas em 1930 e passaram a designar-se de Field Gun Model 1910/30 e encontrava-se em serviço quando a Operação Barbarossa começou. Era uma arma muito pesada e de difícil transporte e por isso era considerada inadequada aos padrões modernos da época. Em 1941 este modelo ja estava sendo retirado de produção. As que foram capturadas pelos Alemães eram designadas de K 438 15,2cm.

Em 1937 os projetitas soviéticos vieram com uma arma substituinte a estas outras armas encontradas em serviço, a Gaubitsa-Pushka de 152mm. Esta arma provou ser muito versátil e forte. Era conhecida entre os Alemães como K 433 15,2cm. Os Soviéticos queriam vastos números deste modelo 1937, mas a fábrica de artilharia número 172, em Perm, não conseguia produzir o suficiente e por isso outra fonte para se produzir armas de 152mm foi procurada. Esta nova arma utilizava o cano do modelo 1937 mas era montada na carreta de canhão de um modelo de 122mm chamado de Modelo 1931. Esta combinação ficou conhecida como Modelo 1910/34 e entre os Alemães como k 433/2.

Arma Soviética de 152mm sendo utilizada por Alemães.

Os modelos 1937 e 1910/34 foram as principais armas de artilharia pesada do Exército Vermelho contra os Alemães durante toda a segunda guerra mundial e mostraram-se bastante úteis. As capturadas pelos Alemães além de utilizadas contra os próprios Soviéticos, foram também utilizadas na Muralha do Atlântico. A melhor prova de que estas eram armas excelentes, é que elas ainda continuam em serviço sob a designação de ML-20 entre muitos países influenciados pela União Soviética, desde Cuba até a China.

Especificações do Modelo 1937

Calibre: 152,4mm
Comprimento: 4,9m
Peso: viajando: 7.930kg; em ação: 7.128kg
Elevação: -2º até +65º
Transversal: 58º
Velocidade inicial do projétil: 655m/s
Alcance máximo: 17.265m
Peso do projétil: 43,5kg

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Berez-Isa BI

O primeiro (ainda um planador) e o terceiro protótipo, respectivamente.

Sob a direção de Viktor Bolkhovitinov e projetado por Aleksandr Bereznyak e Aleksei Isayev, o Berez-Isa BI foi o primeiro caça de foguete de combustível líquido da União Soviética. Um monoplano de asa baixa, o Berez-Isa BI era movido por um foquete Dushkin D-1 A localizado na cauda, que era bastante sensível. Seu combustível era uma mistura de querosene e ácido nítrico, que além de ser perigoso de ser manuseado, também causava corrosão no tanque de combustível e em suas linhas de abastecimento. O BI voou inicialmente como um planador no dia 10 de Setembro de 1941. O primeiro voo propulsado, que ocorreu no dia 15 de Maio de 1942, foi feito somento com o terceiro protótipo e durou 3 minutos e 9 segundos.

A produção de 50 aeronaves BI foi iniciada, mas quando uma dessas aeronaves caiu no dia 27 de Março de 1943, a produção foi parada. A resistência do Berez-Isa BI era inadequada para uso operacional. Mas um projeto de duas câmaras no foguete, proposto por Dushkin, resolveu o problema de durabilidade. Testes realizados em um tunel de vento demonstraram que o avião tinha um problema de estabilidade que não pode ser resolvido, e o projeto foi abandonado. O sétimo protótipo construído, que foi equipado com um foguete mais forte, demonstrou uma taxa de subida de 4.980 metros por minuto.

Especificações do Berez-Isa BI

Propulsão: um foguete Dushkin D-1 A de 1.000kg de propulsão
Performance: (estimada) velocidade máxima: 1.000km/h á 5.000 metros de altura; sobe até 10.000 metros em 59 segundos; duração: de 8 á 15 minutos
Dimensões: envergadura: 6,48m; comprimento: 6,40m; área da asa: 7m²
Armamento: dois canhões ShVAK de 20mm montados no nariz

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

USS Enterprise


O USS Enterprise foi o segundo porta-aviões da classe Yorktown a ser produzido. Em 1938, ele se juntou a Armada do Pacífico. Por sorte, o Enterprise e os outros dois porta-aviões da Armada do Pacífico estavam fora de Peral Harbor quando os Japoneses atacaram no dia 7 de Dezembro de 1941. Após o ataque, eles foram imediatamente colocados na linha de frente, três dias mais tarde, as aeronaves do Enterprise afundaram o submarino 1-170, o primeiro submarino japonês a ser afundado.

Em Abril de 1942, o USS Enterprise escoltou seu irmão, o USS Hornet, no ataque aéreo á Tóquio. O Enterprise não tinha nem um bombardeiro B-25 a bordo, pois suas aeronaves deveriam ser utilizadas para afundar pequenos navios japoneses. Estes dois portas-aviões estavam presente na Batalha de Midway, que ocorreu em Julho. As aeronaves do Enterprise afundaram os porta-aviões Kaga e Akagi. Dois dias mais tarde, os bombardeiros do Enterprise afundaram o cruzador pesado Mogani e dois destróieres.


O Enterprise cobriu os desembarques de Guadalcanal em Agosto de 1942 e suas aeronaves derrubaram 17 aeronaves japonesas. Durante a Batalha de Eastern Salomons, o Enterprise foi atingido por três bombas e retornou á Pearl Harbor para dois meses de reparos. Na Batalha de Santa Cruz no dia 26 de Outubro, ele novamente foi atingido três vezes, mas sem grandes danos, e continuou a operar com suas aeronaves normalmente. No dia 13 de Novembro, um de seus aviões Grumman acabou com o danificado navio de batalha Hiei. No outro dia, o Enterprise foi responsável pela destruição de 11 navios de comboios de tropas.

O Enterprise retornou aos Estados Unidos para reparos e só voltou a ação no Pacífico na metade de 1943. Também participou no massivo ataque a Truk em Fevereiro de 1944 e na Batalha no Mar das Filipinas. O Enterprise continuou em ação até 1945, sobrevivendo a dois ataques kamikazes. O terceiro ataque kamikaze no dia 14 de Maio o tirou de ação para sempre e teve de retornar aos Estados Unidos para reparos. Em 1958, acabou vendido para sucateamento.

Especificações do USS Enterprise

Peso: padrão: 19.800 toneladas; carregado ao máximo: 25.500 toneladas
Dimensões: comprimento: 246,74m; calado: 8,84m
Velocidade: 33 nós
Armamento: 8 armas antiaéreas de 127mm, 4 armas quádruplas de 27,94mm e 16 metralhadoras de 12,7mm
Aeronaves: 27 caças, 37 bombardeiros de mergulho e 15 torpedeiros
Tripulação: 2.919 tripulantes

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Panzerjäger I


Quando o primeiro tanque leve PzKpfw I (Panzerkampfwagen I) foi produzido em 1934, a intenção era utilizá-lo como um veículo de treinamento, mas nos primeiros anos da guerra, como muitos tanques pesados ainda não estavam disponíveis em muitos números, o PzKpfw foi utilizado em combate. O Pzkpfw tinha apenas dois homens na tripulação, uma blindagem muito leve e uma metralhadora, por isso, em 1940, todos já haviam sido retirados de combate, mas eram ainda utilizados para treinamento. Muitos tanques ficaram sem serviço, até que veio a oportunidade de converter estes tanques na primeira arma autopropulsada alemã.

Já havia sido decidido que alguma forma de arma antitanque seria de grande vantagem para unidades antitanque, que, de outra maneira, utilizavam armas rebocadas. O primeiro projeto apresentava uma Pak 35/36 de 37mm montada em um PzKpfw sem torre. Apesar desta versão parecer promissora, ela não foi aceita. Na metade de 1940 foi requerido uma arma de maior calibre, pois consideravam a arma de 37mm fraca contra futuras blindagens. Uma arma tcheca antitanque de 47mm foi montada no tanque, que passou a designar-se de Panzerjäger I für 4,7cm Pak.


A arma tcheca era forte e capaz de atravessar a maioria das blindagens encontradas. A Alkett AG produziu um total de 132 unidades. A arma era montada em um pequeno escudo que era aberto em cima e atrás. A tripulação consistia do motorista, ainda na posição original do PzKpfw I, e dois homens operando a arma. No padrão, um total de 74 projéteis podiam ser carregados.

O destruidor de tanque PanzerJäger I viu serviço no norte da África e nos estágios iniciais da campanha contra a União Soviética. Eles provaram-se fortes o bastantes para derrotar tanques inimigos, mas a sua falta de proteção para a tripulação o tornou um alvo vulnerável. Assim, após o Exército Alemão estar melhor equipado, o Panzerjäger foi retirado das linhas de frente e enviado a missões de policiamento. Muitos serviram nos Bálcãs contra revoltosos. Em 1942, no front Oriental, muitos tiveram suas armas removidas e eram utilizados como veículos de transporte. Alguns utilizavam armas francesas de 47mm capturadas. Poucos Panzerjäger permaneceram em serviço após 1944.

Especificações do Panzerjäger I

Tripulação: 3
Peso: 6.000kg
Motor: um motor Maybach NL 38, 6 cilindros, desenvolvendo 100hp
Dimensões: comprimento: 4,14m; largura: 2m; altura: 2,1m
Performance: velocidade máxima: 40km/h; alcance: 140km

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

T-40


Apesar da falta de sucesso dos tanques T-37 e T-38, as autoridades do Exército Vermelho ainda consideravam a necessidade de um tanque leve e anfíbio para missões de reconhecimento. Em 1938, um grupo de projetistas em Moscou receberam a ordem de crair um tanque para substituir o T-38. Deveria haver duas versões, uma anfíbia, denominada de T-30A e outra versão não anfíbia denominada de T-30B. Em 1939, ficou pronto o T-30, e ao fim do mesmo ano ele foi aceito no Exército Vermelho sob o nome de T-40.

Para acelerar a produção, o T-40 foi projetado para utilizar diversos componentes de caminhões e automóveis, mas a produção foi extremamente lenta, já que na época não havia grande prioridade em produzir tanques leves. Comparado ao T-37 e ao T-38, o T-40 era um tanque completamente novo. Tinha uma metralhadora pesada de 12,7mm (originalmente, foi sugerido um canhão de 20mm). A traseira era um pouco maior para poder suportar as câmaras de flutuação. A propulsão dentro da água era fornecida por uma hélica localizada na traseira e havia apenas um leme.


A principal desvantagem do T-40 era sua pouca blindagem, que no máximo chegava a 14mm, o normal eram 7mm. Em 1940, a blindagem foi considerada muito leve, principalmente após a experiência operacional na Guerra de Inverno. Foi decidido que as propriedades anfíbias do T-40 eram dispensáveis, assim, mais blindagem poderia ser adcionada. O veículo resultante poderia servir junto de unidades mecanizadas.

Um veículo chamado T-40S foi produzido, mas logo viram que este modelo iria precisar de muito mais instalações de produção do que o modelo original, e a linha de desenvolvimento foi cessada. Ao contrário, foi decidido utilizar o T-30B. Este modelo foi aceito para serviço sob o nome de T-60, e logo substituiu o T-40 como o novo tanque leve de reconhecimento.
O T-40 não foi fabricado em grandes números e a produção cessou após 225 terem sido construídos (um número pequeno para os padrões soviéticos.), e o tanque leve soviético veio a um rápido fim.

Especificações do T-40


Tripulação
: 2

Peso
: 5.900kg

Dimensões
: comprimento: 4,11m; largura: 2,33m; altura: 1,95m

Performance
: velocidade máxima: 44km/h; alcande máximo: 360km

Armamento
: uma metralhadora DShK de 12,7mm

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Flammpanzer

Flammpanzer III.

Durante a Segunda Guerra, em 1941, apareceu um tanque alemão que era utilizada como um tanque lança-chamas, o PzKpfw I, após um período de testes ele foi convertido para utilizar o lança-chamas Flammpanzer 40 no lugar das metralhadoras da torre. Este era o Flammpanzer 1, que foi utilizado primeiramente com os Afrika Korps no Norte da África. Esta versão foi logo seguida por outra, o Flammpanzer II, que era uma versão convertida do tanque PzKpfw II. Nesta versão, eram utilizados dois lança-chamas, um em cada lado da frente da torre. Cada projetor tinha um alcance de 36,5 metros. Estes tanques não foram muito produzidos, e a maioria foi utilizado no front Oriental.

A maioria das conversões foram feitas com os tanques PzKpfw III. Ao menos 100 destes tanques foram alterados para portarem um lança-chamas no lugar da arma principal. Sua capacidade era de 1.000 litros de combustível para alimentar o lança-chamas. Os Flammpanzer III eram bastantes eficazes, mas não foram muito utilizados, principalmente porque não podiam se defender de tanques inimigos.

Flammpanzer III.

Haviam planos de converter tanques Panther e Tiger II em tanques lança-chamas, mas nenhum foi concluído. Apesar disso, o Flammpanzer 38 foi colocado em produção em 1944 como o principal tanque lança-chamas das forças terrestres alemãs. O lança-chamas localizava-se no lugar das metralhadoras e certo espaço interno era utilizado para o combustível da arma.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Polikarpov U-2


Ocupando uma posição única na história da aviação na União Soviética, o Polikarpov U-2 teve um mal início. O protótipo U-2TPK, que apareceu em 1927, foi projetado para ser economicamente barato no reparo e na manutenção. O resultado foi um avião com pobres características de voo e teve de ser redesenhado.

Movido por um motor radial de 100hp, o novo protótipo voou no dia 7 de Janeiro de 1928. Um sucesso imediato, foi colocado em produção e começaram a ser entregues em 1928. Havia 13.000 Polikarpovs na União Soviética quando á Alemanha á invadiu em 1941.

Seu princial uso era como aeronave de treinamento, mas logo começou a ser utilizada como aeronave de transporte leve, ambulância aérea e aeronave agrícola. A produção em escala massiva continuou durante a Segunda Guerra. Passou a ser empregada em missões de ataque e até mesmo de propaganda, com um microfone e um alto-falante.

Após a morte de Polikarpov, no dia 30 de Julho de 1944, o U-2 passou a ser designado Po-2 em sua honra. O avião continuou e produção na União Soviética durante muitos anos. Muitos Po-2 foram produzidos na Polônia entre 1948 e 1953 e também serviu com muitos aliados soviéticos. A produção a 40.000 unidades.

Especificações do Polikarpov U-2

Tipo: aeronave para treino e múltiplos propósitos
Motor: um motor radial M-11 desenvolvendo 100hp
Performance: velocidade máxima: 156km/h; teto de serviço: 4.000m; alcance máximo: 400km
Peso: vazio: 635kg; máximo na decolagem: 890kg
Dimensões: envergadura: 11,40m; comprimento: 17m; altura: 3,10m; área da asa: 33,15m²
Armamento: nenhum

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Consolidated B-24 Liberator


O Avião mais produzido nos Estados Unidos durante toda a guerra (a aeronave quadrimotor mais produzida no mundo), o B-24 Liberator, teve seu protótipo, XB-24, testado no dia 29 de Dezembro de 1939. Algumas pequenas mudanças foram feitas em 1940, até o primeiro modelo, B-24D, ser colocado em produção em 1941. Uma decisão política concentrou estas aeronaves no Pacífico, onde os modelos de longo alcance eram bastante efetivos. A maioria dos 2.738 B-24D foram utilizados contra o Japão. Alguns destes aviões serviram na oitava e na nona divisão da Força Aérea Americana no norte da África e na Europa.


Um total 791 B-24E tiveram suas hélices alteradas antes da produção ser alterada para o modelo B-24G, dos quais 430 foram construídos. Esta versão tinha uma torre de duas armas localizada no nariz do avião. 3.100 aviões B-24 também tiveram a mesma torre construída. As versões mais construídas foram a B-24J, das quais 6.678 foram construídas. O B-24L (1.667 foram construídos) tinha duas metralhadoras operadas manualmente localizadas na cauda. O B-24M (2.593 foram produzidos) tinha uma torre de duas armas localizada na cauda. Este grande esforço de produção, que produziu 18.313 aviões em 5 anos e meio, envolveu as indústrias Consolidated, Douglas, Ford e North American. Os B-24 também serviram junto da RAF e da Marinha Americana (sob a designação de PB4Y). Havia um versão para passageiros chamada C-87 e 282 foram produzidos.


Especificações do Consolidated B-24J Liberator

Tipo: bombardeiro médio ou pesado para oito ou dez tripulantes
Motor: quatro motores radiais Pratt & Whitney R-1830-65 de 1.200hp
Performance: velocidade máxima: 467km/h á 7.620m; sobe á 6.096 metros em 25 minutos; teto de serviço: 8.535 metros; alcance: 3.220km com uma carga de 3.992kg de bombas
Peso: vazio: 16.556kg; máximo na decolagem: 29.484kg
Dimensões: envergadura: 33,53m; comprimento: 20,47m; altura: 5,49m; área da asa: 97,36m²
Armamento: torres de duas armas no nariz, na cauda e na fuselagem superior, além de uma carga normal de 3.992kg de bombas

B-24 em ação.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Mikoyan-Gurevich Mig-3


Mesmo que o Mikoyn-Gurevich Mig-3 estivesse entre os caças mais rápidos da União Soviética, ele era de difícil manuseio, tinha pouco armamento e não era páreo para os caças BF 109G e Fw 190 alemães. Seu protótipo, 1-61, voou pela primeira vez na primavera de 1940. O projeto inicial incluia um motor V-12 Mikulin AM-35 de 1.200hp, que era o mesmo motor utilizado no Mig-1. Limitada pelo tamanho do motor, a aeronave tinha problemas de estabilidade e equipada com apenas três metralhadoras, o Mig-1 sofreu pesadas baixas nos primeiros meses da Operação Barbarossa.



O Mig-3 foi entregue durante a segunda metade de 1941, e provou ser um pouco melhor com um motor AM-35A de 1.350hp, que dava ao caça um velocida de máxima de 640km/h. Foi introduzido uma hélica de velocidade constante, um diedro aumentado nas asas e um canopy (canopla) deslizante. O manuseio estava não muito melhor, por isso, o Mig-3 foi transferido á aeronave de escolta de bombardeiros. Em 1942, duas metralhadoras de 12,7mm foram introduzidas sob as asas. Gradualmente, o Mig-3 foi sendo substitído por caças de motor radial como o La-5. A produção atingiu o número de 3,442 Mig-3, cujo pelo menos cem aeronaves eram do modelo Mig-1.

Especificações do Mikoyan-Gurevich Mig-3

Tipo: caça de assento único
Motor: um motor V-12 Mikulin AM-35A desenvolvendo 1.350hp
Performance: velocidade máxima: 640km/h á 7.000m de altura; taxa de subida inicial: 1.200 metros por minuto; teto de serviço: 12.000m; alcance: 1.250km
Peso: vazio: 2.595kg; máximo na decolagem: 3.350kg
Dimensões: envergadura: 10,30m; comprimento: 8,15m; altura: 2,67m; área da asa: 17,44m²
Armamento: uma metralhadora Beresin BS de 12,7mm e duas metralhadoras ShKAS de 7,62mm montadas no nariz (mais tarde, com duas metralhadoras de 12,7mm montadas sob as asas), 8 foguetes de 8,2cm ou duas bombas de 100kg

Pistolet Radom wz.35


No início da década de 30, o Exército Polonês tinha diversas pistolas em uso e desejava uma pistola padrão. Todos projetos foram reunidos e colocados em prodrução na Fabryka Radom. Está arma se tornou a pistola padrão dos serviços poloneses pelo nome de Pistolet Radom wz.35 de 9mm. A Radom wz.35 era uma combinação da Browning e da Colt com alguns toques poloneses. Era bastante convencional. A munição utilizada era a Parabellum 9mm. Era uma pistola acima da média de boa fabricação.

Em 1939, os Alemães tomaram a Polônia, e junto dela, todo o arsenal de pistolas Radom wz.35. Os Alemães adotaram a pistola e a mantiveram em produção sob o nome de Pistole P 35. Como a demanda alemã por pistolas era enorme, eles eliminaram algumas características. As Radom wz.35 alemãs podem ser facilmente identificadas das versões polonesas. A produção foi mantida até 1944 quando o Exército Vermelho destruiu a fábrica. Quando o novo Exército Polonês foi reestabelecido, a pistola soviética TT33 tornou-se a pistola padrão, e a Radom wz.35 virou história.

Especificações da Pistolet Radom wz.35

Cartucho: Parabellum 9mm
Comprimento: 197mm
Comprimento do cano: 121mm
Peso: 1,02kg
Velocidade do projétil: 351m/s
Pente: 8