sexta-feira, 5 de março de 2010

Blackburn Roc


Desenvolvido pela Blackburn Aircraft Ltd., o Blackburn B-25 Roc foi originalmente construído com flutuadores. O primeiro protótipo caiu mas modificações fizeram os outros três capazes de voar. O primeiro voo ocorreu em 23 de Dezembro de 1938 mas a vida do Roc foi curta pois seu projeto foi logo considerado obsoleto.

O Roc foi desenvolvido a partir do bombardeiro de mergulho Skua e utilizava o mesmo conceito de torre do Boulton Paul Defiant e assim, todas suas 4 metralhadoras Browing de 7,7mm localizavam-se na torre. O baixo poder de fogo (comparado ao Hawker Hurricane) era compensado pela habilidade de atirar para quase todas as direções. Na prática, o peso da torre deixou o avião muito lento e antes mesmo da produção começar o Ministério do Ar decidiu que ele seria melhor utilizado como um avião de treinamento. Apesar da Blackburn ter projetado o Roc, quem produziu os 136 aviões foi a Boulton Paul e o Roc, apesar de ser diferente e precisar de uma linha de montagem diferente, utilizava a mesma torre do Defiant.

Projetado para ser utilizado em porta-aviões, o Roc acabou servindo em aeródromos da Fleet Air Arm entre Fevereiro de 1940 e Agosto de 1941. Durante a Campanha Aliada na Noruega um pequeno contingente de Blackburn Rocs serviu no porta-aviões HMS Ark Royal junto dos esquadrões 800 e 803. O Roc também serviu em missões sobre o Canal da Mancha durante a evacuação de Dunquerque.

O Roc serviu como avião de treinamento até 1943 quando foi retirado de serviço. Mas em 1944 quatro Rocs serviram no HMS Daedalous e suas torres foram utilizadas para defesa antiaérea. A única vitória do Roc foi confirmada no dia 28 de Maio de 1940 quando um Roc acompanhado de dois Skuas derrubou um dos Junkers Ju 88 que atacavam um comboio.

Especificações do Blackburn B-25 Roc

Tipo: caça/bombardeiro de mergulho
Tripulação: 2
Motor: um motor radial Bristol Perseus XII desenvolvendo 890hp
Dimensões: envergadura: 14,02m; comprimento: 10,85m; altura: 3,68m; área da asa: 28,8m²
Performance: velocidade máxima: 359km/h a 10.000 metros de altura; alcance: 1.304km; razão de subida: 7,6m/s
Pesos
: vazio: 2.782kg; carregado: 3.614kg

Armamento: 4 metralhadoras Browing de 7,7mm e 8 bombas de 14kg

segunda-feira, 1 de março de 2010

Blackburn Skua


Desenvolvido após uma especificação do Ministério do Ar, o Blackburn Skua era um monoplano de asa baixa construído de metal com cockpit fechado e trens de pouso retráteis. Sua performance como avião de caça era comprometida por seu fraco motor, o que resultava numa baixa velocidade. Chegava a 362km/h mas ao ser comparado com outros aviões da época, como o Messerschmitt Bf 109 que chegava a 467km/h, era uma lenta aeronave. Foi desenvolvido na década de 30 e viu serviço nos primeiros estágios da Segunda Guerra.


Os Skuas tem o crédito da primeira morte confirmada por uma aeronave Britânica: um bombardeiro Dornier Do 18 foi derrubado no Mar do Norte no dia 26 de Setembro de 1939 por três Skuas do 803 Naval Air Squadron que decolaram do porta-aviões HMS Ark Royal. Durante a Invasão da Noruega o crusador alemão Königsberg foi afundado por 16 Skuas comandados por William Lucy. Esse foi o primeiro grande navio a ser afundado por bombardeiros de mergulho mas quando os Skuas dos esquadrões 800 e 803 foram enviados numa tentativa de bombardiar o cruzador de batalha alemão Scharnhorst em 13 de Julho de 1940, das 15 aeronaves enviadas, 8 foram derrubadas.

Apesar de se sair bem contra bombardeiros na Noruega e no Mediterrâneo, o Skua sofria grandes baixas quando confrontado por caças modernos e assim acabou retirado dos serviços de linha de frente em 1941. A aeronave foi largamente substituída pelo Fairey Fulmar que tinha mais armamento e era cerca de 80km/h mais rápido.

Especificações do Blackburn Skua MK. II

Tipo: caça/bombardeiro de merguho
Tripulação: 2
Motor: um motor radial Bristol Perseus XII desenvolvendo 905hp
Dimensões: envergadura: 14,1m; comprimento: 10,8m; altura: 4,3m; área da asa: 29m² Performance: velocidade máxima: 360km/h a 2.000 metros; alcance: 1.300km; teto operacional: 6.150 metros
Pesos
: vazio: 2.490kg; carregado: 3.730kg

Armamento: 4 metralhadoras Browing de 7,7mm, uma metralhadora Lewis ou Vickers K montada no cockpit traseiro, uma bomba de 227kg ou uma bomba de 113kg mais 4 bombas de 18kg ou 8 bombas de 9kg

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Faca Fairbairn-Sykes


Desenvolvida por William Ewart Fairbarn e Eric Anthony Sykes em Shanghai, antes da Segunda Guerra Mundial, a faca de combate Fairbairn-Sykes ficou famosa durante a guerra ao ser utilizada por comandos britânicos. As primeiras foram produzidas em 1941 na fábrica Wilkinson Sword Ltd. após Fairbairn e Sykes retornarem de um campo de treinamento em Novembro de 1940 para discutirem sobre sua idéia de uma nova faca.

A F-S foi desenvolvida exclusivamente para ataques surpresas e lutas, com uma lâmina que pode facilmente penetrar as costelas. A faca de Shangai, da qual ela foi baseada, tinha 13,97 centímetros enquanto que as primeiras F-S tinham 16,5 centímetros. As outras produzidas eram um pouco mais longas (cerca de 17,78 centímetros). Como ela foi produzida em diversos modelos ela pode ser encontrada sob o nome de England, William Rodgers Sheffield England ou Broad Arrow. O comprimento da faca era escolhido para dar diversos centímetros de lâmina para penetrar no corpo já descontando os centímetros dos uniformes utilizados.


Por causa do sucesso da faca na Segunda Guerra, Guerra da Coréia e Vietnã, ela foi copiada pelo E.U.A. e o resultado foi a Gerber Mark II, uma faca que ficou famosa entre os marines americanos. O Office of Strategic Resources (Escritório de Recursos Estratégicos) dos Estados Unidos criou uma faca baseada na F-S com materiais inferiores e mais adiante os marines foram mal treinados no uso dessa faca. A versão do OSS chegou a 20.000 exemplares enquanto que o número da F-S chega a dois milhões de facas produzidas.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Lahti-Saloranta M/26


A metralhadora leve projetada por Aimo Lahti e Arvo Saloranta em 1926 serviu com o Exército Finlandês após ter sido vencedora em uma competição em 1925. Tinha seleção de fogo entre automático e semi-automático. Pentes de 20 cartuchos e tambores de 70 cartuchos foram produzidos para a arma mas a Finlândia preferiu sempre o pente de 20 cartuchos.

Lahti-Saloranta M/26 sendo utilizada por um soldado finlandês e uma Suomi KP/-31.

A produção da Salorante M/26 começou em 1925 e durou até 1942. Durante esse tempo cerca de 5.000 foram produzidas. A China fez um pedido de 30.000 M/26 em 1937 mas apenas 1.200 dessas armas foram entregues devido a pressão diplomática japonesa.

Durante a Guerra de Inverno existia dois esqudrões em cada batalhão que forneciam cobertura para dois esquadrões de dez homens cada e armados com rifles. Em cada esquadrão havia um metralhador com a M/26, um assistente e o resto armado com rifles.


No campo de batalha a Salorante era uma arma de difícil limpeza devido ás suas 188 peças e ruim por ter poucos cartuchos no pente. Os finlandeses normalmente preferiam as metralhadoras soviéticas Degtyarev, que eram capturadas aos montes. Outros finlandeses preferiam utilizar da precisão da M/26 e adptada ao inverno ela tornava-se melhor que a Degtyarev. Cerca de 9.000 Degtyarev foram capturadas e utilizadas pela Finlândia e o total de M/26 produzidas chegou a 6.200.

Especificações da Lahti-Saloranta M/26

Peso: 9,3kg
Comprimento: 1.109mm
Comprimento do cano: 500mm
Cartucho: 7,62x53mmR
Razão de fogo: 450-550 tiros por minuto
Velocidade inicial do projétil: 800m/s
Alcance efetivo: 400 metros
Alimentação: pente de 20 cartuchos ou tambor de 75 cartuchos

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Suomi KP/-31


A submetralhadora Suomi-konepistooli era uma arma de projeto finlandês que serviu durante a Segunda Guerra e descendia da M-22 e da KP/-26. A Suomi KP é uma das armas bem sucedidas da Segunda Guerra e muitas das suas características foram copiadas como é possível perceber nas submetralhadoras soviéticas PPD-40 e PPSh-41. Comparada com a PPSh-41 a Suomi KP era superior mas seu alto custo de produção era o seu problema.

A Suomi KP entrou em produção em 1931 e a Força de Defesa Finlandesa tinha cerca de 4.000 Suomi KP quando a Guerra de Inverno começou. Durante a guerra um freio de boca foi adicionado na arma deixando-a mais longa. Essa versão ficou conhecida como Suomi KP/-31 SJR. Inicialmente a Suomi KP foi concebida para substituir uma metralhadora leve mas se mostrou inadequada para esse tipo de serviço. Os soldados aprenderam a partir de tentativas e erros como usar a Suomi KP do melhor jeito possível.

Na Guerra de Continuação as doutrinas militares finlandesas já haviam sido alteradas para incluir uma Suomi KP e uma metralhadora leve em cada esquadrão de infantaria. Em 1943 a quantidade de Suomi KP por cada esquadrão foi expandida para duas. A produção da Suomi KP continuou para que três delas fossem adicionadas em cada batalhão mas esse plano foi abandonado com o fim da Guerra de Continuação.

Uma versão especial para bunkers foi produzida (cerca de 500) em 1941. A Suomi KP era também produzida pela Suécia, Dinamarca e Suíça, onde é conhecida como Hispano-Suiza. Cerca de 3.042 foram adquiridas pela Alemanha e utilizadas pela Wehrmacht e pela SS. Os Soviéticos utilizaram algumas que foram capturadas e as adaptaram para utilizar o cartucho Tokarev 7,62x25mm. O número de Suomi KP/-31 produzidas chegou a 80.000.

Especificações da Suomi KP/-31

Peso: 4,6kg
Comprimento: 870mm; SJR: 925mm; versão para bunkers: 740mm
Comprimento do cano: 314mm
Cartucho: 9x19 Parabellum
Razão de fogo: 750-900 tiros por minuto
Velocidade inicial do projétil: 396m/s
Alcance máximo: 200 metros
Alimentação: pente de 20, 36, 40, 50 cartuchos ou tambor de 71 cartuchos

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

AVS-36


O rifle Avitomaticheskaya Vintovka Simonova 1936, ou AVS-36, estava estre os primeiros rifles com seleção de fogo formalmente adotado por uma força militar. O projetista Sergei Simonov começou seu serviço com rifles auto recarregáveis operados a gás em 1930. O primeiro protótipo ficou pronto em 1931 e demonstrou ser uma arma promissora. Três anos depois testes para melhorar a arma foram feitos. No ano seguinte uma competição entre o rifle de Simonov e um de Fedor Tokarev foi realizado. O rifle de Simonov foi o ganhador e foi aceito para o serviço sob o nome de AVS-36.

O AVS-36 era um rifle operado a gás que tinha seleção de fogo entre automático e semi automático. O cano era equipado com um grande freio de boca para diminuir o recuo. O pente era carregado com 15 cartuchos e uma baioneta era emitida com o rifle. Poucas versões para franco-atiradores foram produzidas. O AVS-36 foi primeiramente visto em público em 1938 na parada de Moscou.


Assim que entrou em serviço, a arma mostrou ter um projeto desagradável; o mecanisno de operação era complicado, problema que piorou com a construção do rifle que deixava mais sujeira entrar na arma. O freio de boca se mostrou um fracasso por que o rifle era praticamente incontrolável quando em fogo automático. A produção do AVS-36 cessou em 1938.

Uma nova competição foi feita, onde Simonov e Tokarev enviaram seus projetos. Desta vez o projeto da Tokarev foi aceito. Apesar do rifle de Simonov conter menos peças e ser mais leve o projeto da Tokarev foi aceito por causa da interferência de Stalin em favor da Tokarev. Este rifle virou o SVT-38.

Cerca de 65.000 AVS-36 foram fabricados e por volta de 1941 foram marginalizados e aparentemente retirados de serviço e por isso viram pouca ação na Segunda Guerra. Muitos foram capturados pelos finlandeses durante a Guerra de Inverno e é na Finlândia onde hoje em dia se encontram muitos AVS-36.

Especificações do AVS-36

Cartucho: 7,62x54mmR
Peso: 4,3kg
Comprimento: 1,23m
Comprimento do cano: 612mm
Razão de fogo: 800 tiros por minuto
Velocidade inicial do projétil: 840m/s
Alimentação: pente de 15 cartuchos
Ação: operado a gás

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Submetralhadora Mors


Projetada por Piotr Wilniewczyc e Jan Skrzypinski entre 1936 e 1938, a Pistolet maszynowy wz.39 Mors deveria se tornar a submetralhadora padrão do Exército Polonês mas tudo acabou quando a Alemanha invadiu a Polônia. O projeto foi feito a partir da submetralhadora alemã ERMA-EMP-35. Ambas com o corpo feito em madeira mas a Mors tinha o pente colocado em uma posição diferente, voltado para baixo e não para a esquerda como a EMP-35. Após inúmeros testes a Mors demonstrou ser de boa qualidade e resistência. As primeiras foram pedidas em Março de 1939 e compras adicionais estavam programadas. Até Setembro de 1939 apenas 39 haviam sido completadas na Fabryka Karabinów em Varsóvia, sendo que três eram protótipos. Com o início das hostilidades todas foram entregues para uma batalhão de infantaria e foram utilizadas com sucesso na Batalha de Varsóvia. Apenas duas ou três sobreviveram em museus da Rússia e da Polônia.

Especificações da Mors

Calibre: 9mm
Comprimento: 970mm
Comprimento do cano: 300mm
Peso: 4,25kg sem o pente
Cartucho: 9x19mm Parabellum
Alimentação: pente de 24 cartuchos
Velocidade inicial do projétil: 400m/s
Alcance efetivo: 440m

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Type 3 Chi-Nu


O Type 3 Chi-Nu foi outro desenvolvimento sobre o Type 97 Chi-Ha da linha de tanques médios do Exército Imperial Japonês. O Type 3 foi feito para bater de frente ao tanque americano M4 Sherman depois do projeto Type 1 Chi-He se mostrar inadequado. O Exército trabalhava no Type 4 Chi-To para combater o M4 mas houve problemas e atrasos no programa e um tanque de substituição temporária foi preciso. O desenvolvimento do Type 3 começou em Maio de 1943 e acabou em Outubro do mesmo ano. A produção começou somente em 1944 quando materiais já estavam escassos e boa parte da indústria japonesa tinha sido afetada pelos bombardeiros americanos. Um total de 166 foram produzidos.

Ele utilizava o mesmo chassi do Type 97 mas com uma torre hexagonal maior. A arma principal podia ser elevada entre -10° e +25°. O projétil da arma de 75mm tinha uma velocidade inicial de 680m/s e uma capacidade de penetração de 90mm á 100 metros de distância e 65mm á 1.000 metros de distância. A blindagem variava entre 12mm e 80mm.


O Type 3 foi utlizado nas ilhas do Império para defender contra a suposta invasão Aliada do Japão. Cerca de seis regimentos estavam equipados com o Type 3. Com a rendição do Japão, ocorrida antes da planejada invasão, o Type 3 acabou nunca sendo utilizado em combate.

Especificações do Type 3 Chi-Nu

Tripulação: 5
Peso: 18,2 toneladas
Dimensões: comprimento: 5,64m; altura: 2,68m; largura: 2,41m
Motor: Mitsubishi Type 100 V-12 desenvolvendo 240hp
Performance: alcance: 210km; velocidade: 39km/h
Armamento: arma principal de 75mm e uma metralhadora Type 97 de 7,7mm

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Metralhadora EPK (Pyrkal)


A metralhadora Pyrkal foi desenvolvida pela EPK, uma companhia de defesa grega. Essa metralhadora é uma resposta as ambições da empresa em se tornar a principal fabricante de armas para infantaria e a uma relevante proposta do governo grego. A proposta foi seguida pelo desenvolvimento de uma moderna metralhadora de um projeto própria da EPK. Todo o projeto, incluindo a construção de infraestrutura para a produção em massa, estava em andamento quando a guerra com a Itália começou em 1940 e os eventos seguintes acabaram com sua produção. Entre 10 e 15 foram produzidas. O que aconteceu com as armas continua um mistério, com exceção de uma que foi dada como presente a um membro da Família Real Grega. Mais tarde foi dito que ela apresentava características de uma submetralhadora. A Pyrkal afirmou que ela tinha um projeto bastante avançado para o seu tempo, apresentando características pioneiras de rifles de assalto que apareceram depois.

Especificações da EPK (Pyrkal)

Tipo: metralhadora leve
Peso: 4,15kg (descarregada)
Comprimento: 900mm
Calibre: 7,92mm
Cartucho: 7,92mmx36mm EPK
Ação: operada a gás
Razão de fogo: 720 tiros por minuto
Velocidade inicial do projétil: 821,3m/s
Alcance efetivo: 750m
Alimentação: pente

domingo, 17 de janeiro de 2010

MG 81

MG 81 Z.

Desenvolvida entre 1938 e 1939, a MG 81 era uma metralhadora fixa ou flexível instalada em aviões da Luftwaffe. Substituindo a MG 15, a MG 81 foi desenvolvida pela Mauser como uma derivação da metralhadora de infantaria MG 34. Seu desenvolvimento focava-se na redução de tempo e custo de sua produção e foi fabricada de 1940 até 1945.

MG 81 em um Junkers Ju 88.

Uma versão especial de dois canos, MG 81 Z, foi introduzida em 1942 para prover maior poder de fogo sem requerer mais espaço do que uma metralhadora padrão. A utilização mais comum da MG 81 Z foi na cauda do Dornier Do 217 que permitia ao piloto disparar contra aeronaves que o perseguiam. Outra aplicação foi no Junkers Ju 88 onde três pares delas eram montadas externamente para atacar alvos no solo.

MG 81 na cauda de um Heinkel He 111.

Especificações da MG 81

Calibre: 7,92mm
Peso: 6,5kg
Comprimento: 890mm
Velocidade inicial do projétil: 790m/s
Alimentação: fita
Razão de fogo: 1400-1600 tiros por minuto

Especificações da MG 81 Z

Calibre: 7,92mm
Peso: 12,9kg
Comprimento: 915mm
Velocidade inicial do projétil: entre 760m/s e 790m/s
Razão de fogo: 2800-3200 tiros por minuto